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O escritor indica: LIJ, parte 1- A lista de Antonio Schimeneck

  • Foto do escritor: Maristela Scheuer Deves
    Maristela Scheuer Deves
  • 17 de jun. de 2020
  • 1 min de leitura

Atualizado: 19 de jun. de 2020



Entrando na brincadeira de postar capas de livros que anda rolando nas redes sociais, resolvi fazer algo parecido aqui no blog. Com algumas diferenças: as capas vão ser de livros de literatura infantil e juvenil, ou LIJ, como são chamadas.


Além disso, os desafiados a indicar os livros são, eles mesmos, escritores de LIJ, mas aqui falam de obras que os atraíram enquanto leitores. Ah, e também resumem, em uma frase, o porquê vale ler cada livro (tá, eu mudei um tantinho as regras, mas o que vale é a essência de fazer a boa literatura circular).


O primeiro escritor que indica seus cinco livros marcantes de LIJ é Antonio Schimeneck. Confira a seleção que ele preparou especialmente para o Página Impressa:


A Ilha Perdida, de Maria José Dupré: Primeiras aventuras literárias se transformam em memórias de afeto.


O Menino do Dedo Verde, de Maurice Druon: Uma rasteira na violência ancestral da miséria humana.


Ernesto, de Blandina Franco e José Carlos Lolo: O que você tem para falar com um igual?


Nuno e as Coisas Incríveis, de André Neves: Enxurrada para securas de arte.


O Reizinho Mandão, de Ruth Rocha: Espelho do contemporâneo.


Amanhã, o blog traz mais indicações, dessa vez da escritora Milene Barazzetti.


E você, quais livros marcaram sua infância e adolescência? Deixe suas dicas nos comentários!


 
 
 

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